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São Mateus,14/05/2026

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    Relatório Sigiloso da SECONT Aponta Irregularidades em Obra do Contorno de São Mateus

    Relatório da SECONT aponta possíveis falhas técnicas, inconsistências em indenizações e suposto favorecimento envolvendo o ex-diretor do DER-ES José Eustáquio de Freitas após denúncias do deputado Lucas Polese


    Relatório Sigiloso da SECONT Aponta Irregularidades em Obra do Contorno de São Mateus

    O caso envolvendo o ex-diretor do Departamento de Edificações e de Rodovias do Espírito Santo (DER-ES), José Eustáquio de Freitas, ganhou novos desdobramentos após a divulgação de informações contidas em um relatório interno da Secretaria de Controle e Transparência (SECONT). O documento aponta possíveis irregularidades relacionadas às obras do Contorno de São Mateus, no Norte do Espírito Santo.

    Segundo o Relatório de Inspeção 004/2026, vinculado ao Processo 2025-SWC88, técnicos da própria SECONT identificaram falhas estruturais e indícios de inconsistências na alteração do traçado da rodovia. A denúncia investiga se mudanças realizadas no projeto teriam favorecido diretamente uma propriedade ligada ao então diretor do DER-ES, gerando uma indenização superior a R$ 1 milhão.

    O relatório aponta ausência de justificativa técnica para as alterações feitas no traçado da obra, além de inconsistências nos valores pagos em desapropriações. A auditoria também destacou fragilidade nos estudos de engenharia apresentados e possíveis falhas nos mecanismos internos de fiscalização da autarquia estadual.

    Mesmo com o arquivamento inicial da denúncia pelo Ministério Público de Contas, o gabinete do deputado estadual Lucas Polese afirma ter acesso a documentos internos que contradizem a decisão do MPC.

    Diante dos apontamentos, a equipe técnica da SECONT recomendou a abertura de Tomada de Contas Especial para apurar prejuízos ao erário, além da possibilidade de ressarcimento dos valores pagos e instauração de Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra servidores e gestores envolvidos.

    Ainda segundo o parlamentar, um Mandado de Segurança com pedido liminar deve ser protocolado para garantir acesso integral aos documentos e assegurar transparência nas investigações. O caso segue repercutindo nos bastidores políticos e administrativos do Espírito Santo, enquanto órgãos de controle e a Justiça poderão decidir os próximos passos da apuração.

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